Enquanto a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não libera a utilização de câmeras de bronzeamento artificial a nova solução para pegar uma cor - sem ir a praia - passa a ser o bronzeamento a jato.
A técnica tem algumas vantagens como não oferecer riscos de câncer de pele e envelhecimento precoce, principais problemas das maquinas de bronzeamento. Isso porque o produto aplicado age apenas nas camadas externas da pele.
Além das vantagens para a saúde a aplicação é muito rápida e se adequa ao cotidiano corrido das pessoas que não podem perder um dia de trabalho para pegar um bronzeado.
Como funciona?
O corpo da pessoa é pintado, através de spray, com uma substancia chamada diidroxiacetona (DHA), que escurece a pele. Sua aplicação é feita em clínicas de estética e consultórios médicos e leva de quinze a vinte minutos. Depois da aplicação é necessário aguardar outros vinte minutos para a secagem.
O resultado é notado na hora e tem tipos diferentes de tons, os mais comuns são o de chocolate que é uma cor mais para o marrom e cenoura que puxa mai para o laranja. Assim como em um bronzeamento natural a pele começa perder o tom após uma semana, sendo necessária uma nova aplicação do produto. Cada sessão custa entre R$ 60,00 e R$ 100,00 reais.
Vale ressaltar que apesar de o bronzeamento deixar uma ótima aparência, ele não substitui o sol, que em pequenas doses, ajuda o organismo a absorver vitamina D, que fortalece os ossos e previne a osteoporose.